sábado, 10 de novembro de 2007

Eu amo quem quiser


Foi Louis-Georges Tin, director do Dictionnaire de l’homophobie, que promoveu a criação de um Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia. De acordo com uma opinião largamente difundida em países ocidentais, a homossexualidade seria hoje mais livre que nunca: visível e presente por toda a parte, na rua, nos jornais, na televisão, no cinema. Há quem julgue até que a homossexualidade é hoje completamente aceite, face a recentes progressos legislativos nesses países. E se algumas alterações continuam a ser necessárias para eliminar as derradeiras discriminações, várias pessoas parecem considerar que a evolução das mentalidades é uma simples questão de tempo.

No entanto, uma observação um pouco mais atenta mostra uma situação globalmente muito diferente. É que o século XX foi sem dúvida o período mais violentamente homofóbico da história: desde a deportação para campos de concentração sob o regime nazi, até ao gulag na União Soviética, passando por chantagens e perseguições nos Estados Unidos da América na época de McCarthy. Tudo isso pode parecer longínquo, mas a realidade é que é muito frequente observar condições de vida extremamente desfavoráveis no nosso mundo actual. Presidentes da República reafirmaram brutalmente a sua vontade de lutar pessoalmente contra este 'flagelo social', segundo eles 'anti-africano'.

A organização de um dia de luta contra a homofobia em cada país permitirá por sua vez inscrever as suas lutas numa campanha de solidariedade com todas as pessoas LGBT do mundo inteiro. Mas também se trata de inscrever as suas lutas numa iniciativa mais global de defesa dos Direitos Humanos. Há muitas décadas que, pelo mundo inteiro, se procura empreender acções neste sentido. Pretende-se assim reforçar as experiências estabelecidas, dar mais visibilidade às tentativas futuras e apelar às instâncias internacionais a que inscrevam este Dia na sua agenda oficial, a exemplo do Dia Mundial da Mulher ou do Dia Mundial de Luta Contra a Sida.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

A Verdadeira Beleza Humana

A diferença não está assente na diversidade de raças ou até mesmo nos vários comportamentos sexuais, mas sim na discriminaçao que se faz sentir na sociedade.

"Creio no que há de bom no Homem"

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Sociedade de Olhares ?


Até que ponto pode ser a nossa sociedade feita de olhares?!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

As aparências iludem


Esta imagem retrata o mundo apenas como é visto, de forma redonda. Mas, se todos olharmos com atenção, vemos a discriminação que nele existe.
Deparamo-nos assim, com uma única realidade existente: "O Mundo não é esta imagem tão perfeita que observamos, mas sim um Mundo onde as desigualdades, a discriminação e o preconceito permanecem."
Actualmente e na minha opinião o Mundo está dividido em duas partes: Pobreza e Riqueza

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Alerta vermelho no Darfur!!!

Esta música remete-nos para a situação actual do no Darfur, em que a pobreza estrema reina e o ser humano parece ter-se perdido da civilização moderna.
Até quando pode existir no mundo povos a viverem nestas condições?
Até quando pode um ser humano assistir passivo a morte de outro ser humano?
De que nos servem as tecnologias e os inovações, se não as usamos para o bem de todos?
Está nas nossas mãos ajudar a tornar a vida no Darfur um pouco melhor, pois se todos ajudar-mos nem que seja só um pouco vamos conseguir por um sorriso na cara destas pessoas.
A meu ver o que alimenta os poucos sorrisos das crianças e dos adultos, neste vídeo é ainda a esperança de que “a mão do mundo” os possa ajudar!
Não podemos esquecer da ideia que a musica transmite, por isso “enquanto vivermos podemos tentar!”

Música de: Mattafix – Living Darfur

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

A outra margem




Título original: A Outra Margem


De: Luís Filipe Rocha


Com: Filipe Duarte, Maria d'Aires, Tomás Almeida


Género: Drama


Classificacao: M/12


POR, 2007, Cores, 106 min.






Sinopse:


Ricardo (Filipe Duarte) é um travesti que perdeu o gosto pela vida depois da morte do namorado. É então confrontado com a alegria de viver de Vasco (Tomás Almeida), o seu sobrinho, um adolescente com Síndrome de Down, que conhece quando regressa à cidade natal que abandonou há anos. Realizado por Luís Filipe Rocha ("A Passagem da Noite", "Adeus, Pai"), "A Outra Margem" foi apresentado no Festival de Montreal onde Filipe Duarte e Tomás Almeida foram distinguidos ex-aequo com o prémio de melhor actor pelas suas interpretações comovedoras. Para o realizador, tratar estes temas que é uma forma de "Iluminar e exibir a humana normalidade dos ''anormais'' é confrontar os ''normais'' com a sua própria e íntima ''anormalidade''. É propor uma ponte de compreensão entre as duas margens".



In cinecartaz.publico.pt



Da ficção passamos à realidade. Uma realidade incompreensivel, em que as minorias são minorias. É disso que fala este filme. A junção de duas situações, de duas pessoas, que mesmo com as suas diferenças, conseguem ser felizes, independentemente da exclusão que sofrem.

domingo, 4 de novembro de 2007

O Preconceito...



Quem está em primeiro Lugar: A sua saúde ou o preconceito ?

E já agora... O que é,
afinal, o Preconceito ?



"Pre-conceito" significa conceito formado antecipadamente,

sem adequado conhecimento dos factos.

Os antropólogos ensinam-nos que, ao avaliarmos os costumes

de outros povos temos tendência a partir dos nossos

valores culturais, o que representa uma atitude egocêntrica.

Quando isso acontece, corremos o risco de procurar neles

"o que lhes faltam " e esquecemos de ver com clareza

o que eles são de facto.

O preconceito leva à discriminação quando pessoas

classificadas pela sociedade como "diferentes"

(Tais como pobres, negros , homossexuais, mulheres,

idosos, loucos e tantos outros),

são considerados inferiores e excluídos dos privilégios

desfrutados por aqueles que se consideram "melhores".

Pense que, mesmo que queira sentir-se superior, não precisa de inferiorizar ninguém!

sábado, 3 de novembro de 2007

Basta um olhar...

Basta um olhar nas grandes cidades, e lá está o retrato da indiferença.
Gente maltratada, infeliz, doente, paupérrima, esgueirando-se pelas ruas, estendendo as mãos, pedindo, suplicando.
Alguns reagem com uma certa irritação, culpam o governo, reclamam as diferenças sociais, outros viram o rosto, ainda há os que têm compaixão, mas têm medo de abrir a janela, estender a mão, de simplesmente sorrir.
Todos esses se esquecem da situação de pobreza, mal chegam a casa. Nos restaurantes quem se lembra dos que sofrem por não terem alimento?! Das crianças esqueléticas?!
Nos cinemas as lágrimas percorrem o rosto, diante dos filmes que retratam a acção social, no entanto mal saiem são impassíveis perante o pobre que sofre ao nosso lado.
Que fazemos da nossa sensibilidade, diante da dor alheia?
De modo algum nos responsabilizaremos por todas as desgraças e dores do mundo, mas será que estamos a fazer todos os possíveis, assim como a contribuir para minorar a desigualdade que retrata a nossa sociedade?!

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Todos diferentes, todos iguais




Racismo, Preconceito, Descriminação, tudo não passa de uma ilusão... crer na superioridade de uma raça é sinal de ignorância. E cabe-nos a nós acabar com ela.


A imagem não pede muita explicação, as caras de uma criança branca e de uma criança negra que se fundem, completando-se.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Pequeno T2



RICARDO AZEVEDO - Pequeno T2
Letra e Música: Ricardo Azevedo
Álbum: Prefácio (Universal Music Portugal, 2007)
http://www.ricardoazevedo.com/

Eu sonhei, que o mundo estava a acabar
E isso fez-me pensar
Em tudo o que me resta fazer

Lamentei, tudo o que não fiz
Vou fintar qualquer obstáculo, para concretizar
Os meus sonhos

Apenas...
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar
E procurar, uma casa
Para eu morar

Um pequeno T2
Onde podemos viver os dois
Com vista para o mar e um jardim
Um carro com tecto de abrir

Apenas...
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar
E procurar, uma casa
Para eu morar

Só, me falta arranjar um emprego
Para poder estar contigo
Só contigo...

Vou tentar...
Encontrar!!

Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar
E procurar, uma casa
Para eu morar!


A letra desta música do Ricardo Azevedo faz-nos pensar até que ponto o facto de se ter ou não uma casa para morar, mesmo sem um jardim ou vista para o mar, um carro, mesmo sem tecto de abrir, ou um emprego, poderá facilitar ou dificultar a integração social de cada um.