terça-feira, 20 de novembro de 2007

Falam através das mãos!

Porque hoje em dia existem pessoas que vivem no silêncio, no silêncio do vídeo, no silêncio do dia-a-dia, no silêncio da sociedade.
É bom podermos ouvir o nosso programa de televisão preferido e de ouvir a nossa música preferida, mas como ouvem aqueles que vivem no silêncio?
O facto de ouvirmos permite-nos imensas coisas entre elas a comunicação, e como comunicam os que vivem no silêncio?
É através da linguagem gestual, que lhe confere uma melhoria na sua qualidade de vida.
Mas ainda há muito a fazer-se em relação a estas pessoas com deficiências, muitos dos programas de televisão não tem acompanhamento gestual nem legendas. Façamos então a experiência de ficarmos algum tempo sem ouvir. O que sentimos? O que se passa à nossa volta?
Um surdo precisa de uma sociedade que comunique com ele!!!

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Contra a discriminação dos deficientes

O governo e os empreiteiros não querem saber das acessibilidades, quando se trata de facilitar a vida às pessoas portadoras de deficiência. Para as associações de deficientes e estatística, só são deficientes as pessoas que estão numa cadeira de rodas, devido a acidentes, maioritariamente, rodoviários. Ou então são os deficientes das forças armadas.
E a restante maioria? Não existem? Claro que existem. E, infelizmente, não serão tão poucos como se pensa.
Na década de 80, os deficientes virem para a rua, conviver com as pessoas (ditas normais), era uma vergonha, pois os deficientes deveriam ficar em casa fechados. Felizmente que, desde essa época até aos dias de hoje, houve uma pequena, mas inicial evolução em termos de mentalidade. Embora ainda não seja suficiente.
É obrigatório que a própria sociedade comece a “abrir” mais “portas” e acessos para as pessoas com limitações de mobilidade.
O governo, em vez de dar cabo dos direitos das pessoas portadoras de deficiência, deveria ser o primeiro a apoiá-los. Os canais de televisão públicos deveriam começar a “pensar” em incentivar, nas reportagens, o publico a ir ver desporto feito por pessoas com deficiência. Portugal está completamente alienado por causa do “único” desporto chamado futebol. Devem pensar que é o único desporto em Portugal, mas enganam-se, pois há mais. Se já repararam, nos canais públicos de televisão, não se fala em paraolímpicos, que são os que mais trazem medalhas para Portugal. Não há muito orgulho, nem destaque para essas pessoas diferentes, mas iguais a todos nós.
Isto não será, seguramente, uma evolução humana e sim um retrocesso à mentalidade humana, porque se antes era uma vergonha o contacto entre deficientes e pessoas normais em público, agora os papeis invertem-se e quem deveria sentir vergonha desta medíocre discriminação deveriam ser os tais "normais" e não os deficientes! Só demonstra a, cada vez mais, escassa compreensão e sensibilidade do ser humano com o passar dos anos!

domingo, 18 de novembro de 2007

A discriminação invisivel

"Os leitores que me desculpem, mas hoje resolvi assumir-me. Confesso, sou um cota. Já passei o cabo dos cinquenta, o que significa que não tenho valor de mercado, nem sou "papel" em que se aposte na bolsa de emprego.

Teoricamente, em termos físicos sou uma ruína; no plano mental, uma nulidade. Represento, como qualquer homem ou mulher da minha idade para cima, uma incomodidade para o sistema capitalista alguém que está vivo para além do prazo de validade, "incapaz" de produzir valor, de gerar mais valias como deve ser.

É certo que cotas há muitos. O presidente da República tem 67 anos, o primeiro-ministro vai fazer 50, o presidente da Assembleia já tem 59; até Belmiro de Azevedo anda nas 68 primaveras.

Como é verdade que Bill Gates soma 53 anos de vida, George Bush, 60, Tony Blair, 53. Ou que Rupert Murdoch já fez 75 e Balsemão está à beira dos 70, sem que fraqueje a sua pujança como imperadores dos Media. Mas estes, e muitos mais nas mesmas condições que poderia citar, não significam nada.

Os outros, a esmagadora maioria dos acima dos 50, no chamado "mundo civilizado", são vistos como imprestáveis excrescências, que andam a empatar a vida dos jovens activos e dos respeitáveis empreendedores, em busca de sucesso.

Esforçamo-nos por abolir preconceitos instalados. Pregamos a multiculturalidade, repudiamos o racismo, temos leis contra as atitudes sexistas, queremos que se deixe de avaliar alguém em função da sua orientação sexual. Tudo formas de discriminação que a sociedade moderna quer erradicar e muito bem. Mas ninguém, ou quase ninguém, fala da mais letal das formas de discriminação, a discriminação etária. A única invisível.

No pé em que estamos, e com a Segurança Social no estado em que está, o aumento da esperança de vida é um paradoxo, uma calamidade. Vive-se mais, para experimentar a discriminação, a insolvência, o drama. E não adianta aumentar a idade da reforma, se não houver trabalho para os mais velhos...

Eu não quero reformar-me, quero a minha parte na divisão do trabalho social, enquanto tiver lucidez e forças. E tenho-as. Uso-as, desta vez, para clamar contra a mais abjecta das discriminações - a discriminação em função da idade."

Mário Contumélias,
in Jornal de Noticias

sábado, 17 de novembro de 2007

Obstáculos... Discriminação

Leis existem muitas... mas os direitos das pessoas com deficiência, quando o assunto diz respeito à acessibilidade, continuam desrespeitados quotidianamente, impedindo que tarefas simples para qualquer cidadão sejam cumpridas por quem utiliza cadeiras de rodas, é cego, surdo... Ainda assim, as pessoas com deficiência, por vezes conseguem alcançar melhores feitos, que as pessoas ditas normais. A maior deficiência está num país que menospreza este problema e continua apenas dizendo... coitadinhos!

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Freddy Mercury



Homossexualidade.

Uma das maiores causas de discriminação e exclusão social. Mas porquê? Os tão ditos 'gays' não têm as mesmas capacidades que os heterossexuais? Serão piores em algum aspecto? A questão é que muita gente acha que sim, que as escolhas sexuais de uma pessoa alteram o valor que essa pessoa tem.
A fotografia é de Freddy Mercury, brilhante cantor e compositor, adorado por milhões e assumidamente 'gay'. Esse facto não mudou a opinião dos fãs sobre o seu trabalho, pois não há como negar o seu talento, que, infelizmente nem todos podem ter.... Será necessário ser um artista de renome para, sendo gay, ser aceite na sociedade?
Neste momento parece que sim... Mas acredito que irá mudar.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Balas perdidas

Porque será que as balas perdidas acabam sempre por encontrar alguém mais frágil e desprotegido ?
Stop the bullets. Kill the gun.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

A desgraça que paira...

Como o próprio vídeo menciona não há palavras para descrever a situação de extrema pobreza que se manifesta…pois ainda existem pessoas que vivem nestas condições inexplicáveis... pois estando na actualidade, como ainda é possível uma situação destas?

terça-feira, 13 de novembro de 2007

A Escolha





Porquê apenas os vermelhos? Será porque têm mais chocolate por dentro... humm não me parece, a única coisa que muda num pacote de smarties é a cor, tal como no "pacote mundo", a única coisa que muda é a cor da pele, pois de resto somos todos iguais, entao... porquê discriminar?

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Vagabundos!!!

Será que por uma pessoa não ter um tecto onde viver, deve ser discriminado?

Todas as pessoas são dignas de viver neste Mundo, mesmo que sejam de cor, sem abrigo, toxicodependentes entre outros. Não importa o tipo de vida que levam, ou o que fazem no seu quotidiano, todos têm de ser respeitados.

Uma situação muito notável no nosso dia a dia são os sem abrigos ( em Portugal existem cerca de 9.000), que na sua maioria são discriminados pela sociedade até mesmo pelo mercado de trabalho. Mas esta situação não pode continuar assim, todos têm o direito de trabalhar, de amar, de viver, portanto vamos acabar com esta situação e ajudar quem mais precisa, para que assim todos possam ser felizes.

domingo, 11 de novembro de 2007

Prevenção HIV

O perservativo . . .

Pervine-te das doenças sexualmente transmissíveis, das quais são portadoras, tantas pessoas que, mesmo sem se aperceberem, são muitas vezes vítimas de exclusão social...

Então . . .

Para quê condicionar a vida por um só minuto??