segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
domingo, 9 de dezembro de 2007
sábado, 8 de dezembro de 2007
VIH - SIDA
Todos os dias milhares de pessoas são infectadas pelo vírus da sida em todo o mundo, sem terem culpa alguma disso. E muitas das vezes a sociedade discrimina essas pessoas, pondo em causa a sua auto-estima, o seu valor como seres humanos.
Para que isso não aconteça o mais importante é prevenir, mas se já tiver acontecido não à hipótese para remediar, logo, não façamos aos outros aquilo que não queremos que nos façam a nós: não discriminemos.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Qual o preços das mulheres?
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Racismo é Burrice!
É óbvio que todos somos diferentes uns dos outros, mas só em termos de personalidade e no aspecto fisíco, pois no fundo somos todos seres humanos que possuímos os mesmos direitos, independentemente da nossa cor, estatuto social, profissional...
A nossa sociedade necessita rapidamente de uma "lavagem cerebral"! Só quando isso acontecer é que todos poderemos viver num mundo melhor e sem preconceitos. Tal como a imagem mostra, estas duas crianças são de cores diferentes mas isso não as impede de serem amigas!!
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Invisíveis ao olhar!!
Quantas vezes passamos na rua e vemos um sem-abrigo e perante este mostramos a nossa indiferença?É-nos tão difícil aceitar a realidade que vemos no dia-a-dia e por vezes pensamos que ao ignorarmos o problema ele passa a culpa para outra pessoa.
Mais tolerância e ajuda, menos descriminação e preconceito é um começo mas ficamos por ai?
Eles erram nas suas vidas mas quem não erra?
São pessoas que vivem nas ruas da sociedade exclusiva!!!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
A Sociedade em contacto com AIDS
O surgimento da AIDS despertou medo e intensificou preconceitos preexistentes na sociedade e no mundo. As primeiras vítimas foram os homossexuais. Posteriormente, com a propagação da AIDS, prostitutas, usuários de drogas, moradores de rua ou qualquer pessoa que adoptasse comportamento inadequado para os modelos da sociedade tornaram a ser apontados como portadores potenciais.
Além da associação com a promiscuidade, a AIDS, desde o seu surgimento, esteve sempre associada à morte e à fatalidade. Através dessas associações, o portador do HIV/AIDS tem sua cidadania negada, é excluído socialmente e renegado pelas pessoas, até pela sua própria família.
A discriminação tem consequências danosas para a pândemia da AIDS e é um obstáculo aos programas de prevenção e controle da doença. Muitas pessoas, devido à discriminação da AIDS, têm medo de procurar ajuda e acabam por se afastar dos programas sociais criados para esse fim. Preferem ficar com a dúvida e ignorar o fato de poder ter o vírus a ter que enfrentar os estigmas e os preconceitos relacionados à doença.
Além do problema da discriminação para a saúde pública, o ser humano e sua dignidade são intensivamente afectados. Ao contrair o vírus, a morte é associada ao portador, de modo que a sua cidadania começa a desaparecer. Demissão do emprego, proibição de frequentar determinados lugares, desprezo, omissão no atendimento médico, abandono da família e amigos, são as principais consequências que atingem a pessoa que contrai o vírus HIV. O portador passa a ser algo descartável e dispensável para a sociedade.
A AIDS é uma doença sem cura, não um mal que veio castigar os "pecadores" e os "desvirtuados". Ela afecta qualquer um em qualquer lugar. Independentemente de opção sexual, condição social, cor, raça ou qualquer outro pré-requisito. Deve-se evitar o contágio do vírus HIV, adoptando-se cuidados essenciais e comportamentos seguros, não através do desprezo e da indiferença.
Em suma, através do amor e do carinho, deve-se conceder uma vida digna a quem possui o vírus.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Depoimentos: Síndroma de Down
Todos nós somos diferentes. Todos nós devemos aprender a lidar com as nossas diferenças e tirar uma lição importante sobre estas vidas.
sábado, 1 de dezembro de 2007
Os sem-abrigo
Ora, os sem-abrigo não se deixam caçar, nem classificar, ocupam o espaço de outra forma e muito mais passivamente o seu tempo. Nos espaços públicos, nos seus percursos, parecem dirigir-se para lado nenhum, nunca fazer nada, ou servir ninguém. Por isso, tornam-se aos olhos da maioria dos seus concidadãos um objecto estranho, de agitação radical, incómodo, em suma. No entanto, uma coisa é certa. O sem-abrigo não pode continuar a ser considerado como um "corpo estranho no caminho", que está ali por acaso e que se torna necessário e urgente proteger, abrigar, ou imobilizar no espaço. O sem-abrigo tem também uma alma, quer dizer, mais prosaicamente, uma dinâmica interior, feita de recordações, de sentimentos, de desejos e mesmo de expectativas. Como cidadão, ele tem direitos, aliás, uma realidade que temos frequentemente tendência a esquecer. Ele tem o direito de utilizar os espaços públicos, de deambular nas ruas, de se sentar nos parques, de abordar e falar aos passeantes, ou de se sentar tranquilamente num estabelecimento para tomar um café.Mas quer isto dizer que não há soluções? Que a única coisa a fazer é a aceitação das coisas tal como estão ou a frequente dádiva envergonhada?! Não, claro que não. As pistas de solução existem, estão bem documentadas e esperam, para serem colocadas em prática, maior dedicação e empenhamento da parte dos nossos políticos...
Entretanto, por que não começar por respeitar um pouco mais as pessoas "marginais". Por que não aproximarmo-nos delas, fazendo-lhes sentir que as consideramos mais do que um corpo vazio e sem sentido. Por que não começarmos a tratá-las como alguém que pertence à mesma sociedade, que não é uma ameaça ambulante que deve ser permanentemente punida e controlada socialmente.
Porque não ?




