quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Porque não gostamos de nós?
Como é possível que existam pessoas que tenham preconceito de si próprias? terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Integrar?!
Na ruas das nossas cidades existem pessoas que se deslocam de forma diferente da nossa. Ajudá-las é o nosso dever, ajudá-las a que se sintam iguais aos outros ou pelo menos não tão diferentes.
Integrar significa: incluir num conjunto, incorporar, inserir-se, fazer-se parte integrante. Olhando bem para estas palavras será que nós as respeitamos completamente?
Integrar as pessoas com deficiência não tem de ser obrigatoriamente de uma forma discriminatória?
Neste Natal dê um novo significado ao seu conceito de integrar, respeitando os direitos e sentimentos das pessoas!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
O meu nome é José ...
Para a maioria das pessoas apressadas que circulam no Rossio, José Mestre não é um nome familiar, mas muitas já terão visto o cidadão de rosto deformado que todos os dias marca presença naquela praça de Lisboa. «O meu nome é José», um documentário que está a ser produzido pela Fox Studio Television para o canal Discovery, foi sexta-feira à noite parcialmente apresentado no Rossio, para dar a conhecer o história do homem que, há 51 anos, nasceu com uma mancha escura mas aparentemente inofensiva na cara.«A mancha era lisa, mas começou a criar borbulhas e estas foram evoluindo até me consumir a face quase por completo e hoje só me resta um olho, do qual vejo mal», explicou José Mestre à agência Lusa, descrevendo que tinha menos de dois anos quando a mãe começou a peregrinação pelos médicos.
A malformação vascular e o angioma de que padece foram progredindo ao longo do tempo, apesar de José ter sido operado ao lábio inferior, aos 14 e aos 18 anos, para tentar conter a progressão da doença.
O angioma, que lhe chega abaixo do pescoço, está a comprometer-lhe cada vez mais a fala e a vergar-lhe a coluna devido ao peso, tornando muito difícil que José consiga trabalhar, mas nem sempre foi assim.
«Aos 14 anos eu ajudava numa drogaria e a partir dos 16 controlava o trânsito numa via de Queluz, onde então morava, tendo mantido essa ocupação até aos 46 anos, em acumulação com o Rossio, onde estou há mais de duas décadas», recordou José Mestre.
«As pessoas sempre me vão dando alguma coisa e às vezes ganho 15 euros por hora. Se não fosse assim, nunca poderia pagar a renda, a água, luz e gás e os meus medicamentos, pois recebo do Estado apenas uma pensão por invalidez», acrescentou.
Todavia, as reacções de quem passa nem sempre são as melhores. «Há uma ou outra pessoa que se interessa pelo meu problema e vem falar comigo, mas a maioria apenas quer tirar fotos e essa falta de respeito magoa-me», confessou José Mestre, acrescentando que também há quem lhe peça para «tirar a máscara». As situações já levaram José Mestre a mostrar o bilhete de identidade, em cuja fotografia está claramente patente o angioma, ou a apedrejar quem o provoca. «O José tem vários processos porque, quando atira pedras, as pessoas vão dizer à polícia que ele é agressivo, mas não contam que o insultam ou lhe tiram fotografias, até com os telemóveis, sem sequer pedir», revelou a irmã, Edite Abreu.
O documentário, que é o primeiro trabalho deste género sobre José Mestre, deverá estar terminado em Dezembro. Não se sabe se é inspirado no «Homem-Elefante», filme realizado por David Lynch, mas existem algumas semelhanças.
domingo, 16 de dezembro de 2007
Simplesmente mais uma piada...

- Então Joaquim, o que trouxestes hoje p'ra gente comer?
- Não trouxe nada!
- Então os miúdos estão a chorar com fome?!
- 'Peraí' que eu vou já resolver! Chama lá o mais 'pecanino'!
Ele puxa uma cadeira, pôs o miúdo ao colo e diz:
- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?
- Ai, meu pai! Era tão bom!
- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!
- Ai, era uma maravilha!
- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!
O miúdo não disse nada. O cigano, ao ver que este já estava a dormir diz:
- Maria, traz-me outro que este já jantou!
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sábado, 15 de dezembro de 2007
Solidariedade... onde andas?!
Tanto se tem falado em ser-se solidário, em exercer solidariedade… Mas, na prática, o que é isso? A solidariedade pode ser entendida como uma atitude. Atitude de apoio, protecção e cuidado com alguém. É, sem sombra de dúvidas, a forma maior de alguém expressar o seu amor. Solidariedade é coisa fina e rebuscada. É sentimento nobre.
Agora, o que fica bem visível diante de nós, é a escassez desse sentimento entre as pessoas, nos últimos tempos. Existe falta de diálogo, de fraternidade, ajuda…
Lamentamos que o homem esteja tão envolvido, apenas e simplesmente, com os seus problemas e suas necessidades básicas. Parece não sobrar mais tempo para o outro. E o pior nisso tudo é que passou a ser comum. É uma pena que seja assim.
A luta do dia-a-dia tornou as pessoas frias e calculistas. Todos vivem a crueza fria da competição. Todos parecem ser meros inimigos.
Enquanto pessoas assim ainda viverem, sem dúvida alguma, não nos poupam em questionar: Solidariedade onde andas?!
Vamos deixar a exclusão social de lado! Não pense só em si… pense nos outros!
O diálogo torna-se importante na diminuição de existência de diferenças!
Solidariedade a virtude que o mundo precisa!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Religião - escolha?

Muitas sociedades que se gabam de serem 'liberais' por protegerem a liberdade de expressão e liberdade religiosa, na realidade não o são. Em alguns casos existe a discriminação, as pessoas olham de lado e muitas vezes ofendem quem é diferente; noutros casos esta discriminação é levada a um extremo, sendo que se chega a impingir uma religião, não há escolha, apenas uma ilusão. Qualquer um dos casos pode levar as pessoas a oprimir a sua fé ou até adoptar uma que não é sua para poderem ser aceites na sociedade.
Podemos até ir mais longe se considerar-mos as guerras religiosas... morrem milhares de pessoas por serem 'infiéis' ou apenas por terem nascido no lugar errado à altura errada? Tolerância é a palavra chave. Se várias culturas poderem coesistir, todos saimos a ganhar. Não temos de silenciar ninguém, não temos de descriminar, temos sim de aceitar e aprender.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Não ao Racismo!!
Porque é que as pessoas obedecem a um segmento mal constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências?
Para quê viver a discriminar as pessoas só pela cor da pele?
Os seres humanos no passado reuniam-se em grupos que eram pessoas que tinham as mesmas afinidades de sangue. Eram os clãs. Já que o alimento era raro, existiam rivalidades entre esses grupos. Uns rejeitavam os outros e viviam em guerra quase permanente. Aos poucos esses grupos foram formando associações para juntarem forças para combater outros inimigos externos, mais poderosos. Assim formaram-se as primeiras nações. Da mesma forma eles continuaram a rejeitar os que eram diferentes, que tinham outra cor, outros costumes e línguas. Apesar de vivermos hoje numa aldeia global, onde as pessoas migram e visitam lugares distantes, onde os costumes se misturam, muitas pessoas ainda conservam esse velho rancor e desconfiança com relação às pessoas que são diferentes. Aos poucos isso vai desaparecendo, na medida em que nós vamos percebendo que todo ser humano é igual, não havendo justificação para o racismo!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
O desespero dos desempregados...

Porque serão eles discriminados pela sociedade? É ridículo que em pleno século XXI exista este tipo de preconceito, não podemos rejeitar essas pessoas pelo facto de essas não terem emprego, ou não conseguirem arranjar por nunca terem tido uma vida fácil.
HÁ QUE AGIR, E APOIAR! NÃO DISCRIMINAR!
Assim sendo, e esperando melhoras num futuro próximo, peço a todas as pessoas desempregadas, que batalhem contra esta desconfortável situação.



