A vida é cheia de opções, onde cada pessoa escolhe a que está mais de acordo com a sua personalidade…Então se todos temos direito de fazer escolhas, porque é que os discriminamos?!
Será que uma simples escolha os torna diferentes?
Porque a diferença não deve ser motivo de exclusão social. Porque independentemente da cor, raça, religião, riqueza e deficiências, todos merecemos respeito e felicidade. Porque a diferença está na simplicidade e não na complexidade, na humildade e não na arrogância, no ser e não no ter. Defendemos neste blogue que na vida há pessoas diferentes que lutam contra a indiferença. Logo, enquanto houver vontade de lutar, haverá esperança de viver.
A vida é cheia de opções, onde cada pessoa escolhe a que está mais de acordo com a sua personalidade…
De acordo com a lei do tabaco, em vigor desde 1 de Janeiro, é proibido fumar “nos conjuntos e grandes superfícies comerciais e nos estabelecimentos comerciais de venda ao público”, excepto nas áreas ao ar livre e em zonas expressamente previstas para o efeito. Estas áreas têm de estar devidamente sinalizadas, separadas fisicamente das restantes instalações ou dispor de um dispositivo de ventilação, que garanta a ventilação directa para o exterior e evite que o fumo se espalhe às áreas contíguas. A alteração à lei que estava em vigor até dia 31 de Dezembro do ano passado está a dividir opiniões. Por um lado, alega-se o direito à liberdade de escolha, por outro, advoga-se que muitos não fumam por opção e dispensam o fumo dos outros. Poderão os fumadores queixar-se de exclusão social ?
A homofobia tem vindo a aumentar, pois há cada vez mais pessoas que sentem "medo" de se relacionarem com outras, devido às escolhas que estas fazem acerca da sua vida sexual.É preciso, é necessário dar outra vida às vidas das pessoas que vivem nas ruas… Será que elas também não têm direito a uma segunda oportunidade? Será que uma moeda resolve o problema?
São cada vez mais os idosos que chegam aos hospitais com problemas de saúde e ali são abandonados a ocupar camas e a sofrer com este abandono que, em alguns casos, só acaba com a morte.
É triste assistir a esta indiferença e profunda falta de coração por parte de quem abandona... Será que com a perda/mudança dos tempos que decorrem e aos quais assistimos, os nossos vínculos, laços familiares, relações de carinho e afecto se perdem da mesma maneira? Não era suposto ser um aspecto imutável, inabalável, resistente a todas e quaisquer alterações temporais?

“ Se todo o ser humano fosse mais tolerante, mais racional, mais paciente para com todos os que nos rodeiam, talvez conseguíssemos fazer um mundo melhor e a exclusão social diminuísse. Se pudéssemos voltar a ser crianças… poderíamos sonhar em ser todos iguais… ” IN racismoeminorias.blogs.sapo.pt