quinta-feira, 1 de maio de 2008
"Queimada Viva"
quarta-feira, 30 de abril de 2008
A SIDA na sociedade...
As pessoas infectadas com este vírus ao longo do tempo, têm sido cada vez mais rejeitadas pela sociedade, tudo pelo medo que persiste que a SIDA se transmita num simples abraço, ou num simples toque de carinho, ou numa conversa...terça-feira, 29 de abril de 2008
Noites Movimentadas

São chamadas de "profissionais do sexo" por uns...
Discriminadas por outros...
Difamadas, humilhadas, tratadas como se fossem animais, no entatanto, muitos recorrem a elas!!
Entram nesta vida por falta de alternativa, precisam de dinheiro, algumas com filhos, outras com problemas de dependência de drogas...
Dizem elas que ganham numa noite, mais do que muita gente num mês de trabalho, será por isso que muitos governos querem fazer da prostituição um trabalho legal?
Será justo ganhar dinheiro com a miséria e a infelicidade dos outros?
Perguntas que pairam no ar ainda sem uma resposta...
Devemos ou não concordar com a sua legalização? Será esta uma forma de reduzir a discriminação de que são alvo?
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Obesidade...
domingo, 27 de abril de 2008
Uma mulher negra !!!
Vera Lúcia, ou Vera do Gato como é conhecida, nasceu na Bahia, não sabe ao certo a cidade, pois foi registrada em Belo Horizonte/MG. Filha de pais separados, a sua mãe ao passar por Sacramento/MG, perguntou a uma família do município se queriam cuidar de Vera, caso contrário a jogaria no rio. Vera então se enquadrava na seguinte situação: mulher, órfã e negra. A sua família adotiva deu-lhe todo o amor e conforto que podiam, mas mesmo assim ela cresceu rebelde. Vestia roupas masculinas, cortava os cabelos bem curtos e não deixava que ninguém a ofendesse. Se acaso alguém a chamava de "preta" ou de órfã, não ficava magoada nem se deixava abalar. "Eu sempre resolvi meus problemas, nunca levei os meus casos para casa, quando era necessário eu até dava um ‘coro’ nos meninos que me tentavam ofender", declara Vera. Na época em que morou em Sacramento, por volta da década de 70, as pessoas negras eram proibidas de entrar no Sacramento Tênis Clube, que fica localizado numa das principais ruas do município. Nesta mesma época, ela completou quinze anos e como o seu padrinho era uma dos maiores sócios do clube, Vera pode participar do Baile Debutante juntamente com as outras garotas que aniversariavam naquele ano. "Não teve uma pessoa que não tenha me olhado torto naquela festa, afinal, eu era a única ‘preta’ vestida de dama. As outras garotas eram branquinhas, loirinhas dos olhos azuis, mais nem isso me tirou do salto", afirma. Vera entrou e rodou dançando pelo salão como uma princesa . "Os olhares indiscretos faziam com que eu me achasse mais bonita. As meninas morriam de raiva de meu jeito superior e os garotos estavam doidos para saber quem eu era". Aos 19 anos Vera ficou grávida dando à luz um garoto que se chama Alex. Ela então era mulher, negra, órfã e mãe solteira. A sua família deu-lheapoio total , mas a sociedade não perdoou. Ela recebeu ofensas de todos os tipos, mas não se deixou abalar. Com 23 anos casou-se com Alberto Barbieri e teve mais duas filhas. "Por ironia do destino, todos os meus filhos são loiros e modéstia à parte, lindos! Aí que o ‘trem’ teve feio! O povo não acreditava que uma mulher da cor negra podia ter filhos bonitos e ainda mais, loiros!", ironisa. Hoje ela mora em Conquista e conta diversos casos sobre discriminação. Confessa que já lhe perguntaram se era a babá ou empregada da família quando estava com seus filhos em algum lugar. Quando alguém a chama de preta ou negra ela sorri. "Às vezes até agradeço". Ela sabe que a cor de uma pessoa não interfere no seu caráter nem no seu comportamento. "O que vale é o que cada um tem dentro de si. Pobres são aqueles que pensam que a raça diferencia uma pessoa das outras". Vera nunca pensou em entrar na justiça por causa de discriminação, ela disse que naquela época não resolvia muito, então preferia resolver pessoalmente, o que nem sempre é a melhor saída."
sábado, 26 de abril de 2008
Toda a criança tem o direito de ser criança
Esta campanha de publicidade institucional da Skip pretende, segundo a marca, “alertar os pais portugueses para a importância das actividades para crianças ao ar livre, sem restrições”. A criança precisa de VIVER para se tornar numa criança feliz, o contacto com a natureza é apresentado como imprescindível para o seu desenvolvimento psicológico e físico.
O conceito da campanha partiu das conclusões de um estudo desenvolvido em 2007, em 13 países, incluindo Portugal, pela Unilever Jerónimo Martins, que notou que 79% das mães portuguesas acha que as crianças estão a crescer demasiado depressa e que acabam por levar uma vida demasiado sedentária. 93% das inquiridas afirmou que brincar é a chave para a saúde e bem-estar físico das crianças.
O ideal seria que a principal ocupação das crianças fosse de facto brincar, sujar-se, aprender, divertir-se longe da exploração, do trabalho, e de todo o tipo de maus-tratos.
Uma mensagem pertinente e inteligente que demonstra que importantes temas podiam ser tratados e alertados através da publicidade.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Liberdade
O golpe de estado militar do dia 25 de Abril de 1974 derrubou, num só dia, o regime político que vigorava em Portugal desde 1926, sem grande resistência das forças leais ao governo, que cederam perante a revolta das forças armadas. Este levantamento é conhecido por Dia D, 25 de Abril ou Revolução dos Cravos. O levantamento foi conduzido pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se "Dia da Liberdade" o feriado que hoje comemoramos, instituído em Portugal para comemorar a revolução).quinta-feira, 24 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Balança social!
A nossa sociedade é feita de desequilibrios, ou seja, como esta balança mostra há sempre alguém que desiquilibra para um lado, só falta saber a razão?terça-feira, 22 de abril de 2008
Indiferença
Existem pessoas com fome no mundo, pessoas pobres que vivem em condições degradantes.
Existem pessoas no mundo que são indiferentes, que passam ao lado dos problemas das outras pessoas, que fazem da nossa sociedade pobre ao exclui-las.
As crianças não deviam passar por isto… podemos começar por ajudar mas também nos cabe a tarefa de espalhar a palavra.





